Missão Cidades da União Europeia defende apoio mais robusto

Num vídeo partilhado nas redes sociais, membros do Board da Missão Cidades da União Europeia (EU Mission: 100 Climate-Neutral and Smart Cities by 2030), entre os quais FerrãoChair of the Board e Presidente do IN+ – Centro de Estudos em Inovação, Tecnologia e Políticas de Desenvolvimento,  defendem o reforço do apoio europeu e nacional à Missão Cidades, no âmbito da Agenda para as Cidades e do próximo orçamento europeu.

O apelo é claro: é necessário um apoio mais robusto para transformar os Contratos Climáticos das Cidades em realidade.

O que é a Missão Cidades

A Missão Cidades da União Europeia faz parte das cinco missões da UE no âmbito do programa Horizonte Europa, com o objetivo de apoiar 100 cidades europeias a tornarem-se neutras em carbono até 2030. Estas cidades pioneiras deverão também servir como centros de experimentação e inovação que inspirem outras cidades europeias a seguir o mesmo caminho até 2050.

O papel dos Climate City Contracts

Os Climate City Contracts são instrumentos estratégicos que cada cidade participante deve preparar como parte do seu compromisso com a Missão. São planos integrados que combinam medidas de mitigação e adaptação climática com estratégias de investimento, envolvendo autoridades locais, cidadãos, empresas e investidores. Esses contratos também desbloqueiam acesso a instrumentos financeiros e de conhecimento especializados no contexto da UE.

Agenda para as Cidades e o orçamento europeu

A EU Agenda for Cities é o novo quadro estratégico da UE que reconhece oficialmente as cidades como parceiros cruciais na formulação e implementação de políticas europeias, incluindo a transição climática, digital e social e a coerência de instrumentos de financiamento. A Agenda, aprovada em dezembro de 2025, impulsiona uma abordagem integrada para apoiar cidades de todas as dimensões.

Ao pedir um reforço do apoio europeu e nacional à Missão Cidades no contexto do próximo orçamento da UE, os membros do Board estão a sublinhar a necessidade de recursos suficientes para que cidades possam implementar efetivamente os Climate City Contracts e transformar compromissos em ações concretas. algo essencial para alcançar os objetivos climáticos europeus no horizonte de 2030 e 2050.