Paulo Ferrão eleito Co-Presidente do Painel de Energia da EASAC 

O professor Paulo Ferrão foi nomeado novo Co-Presidente do Painel Diretivo de Energia do European Academies Science Advisory Council (EASAC), o conselho que reúne as academias de ciências europeias para aconselhar cientificamente as instituições da UE. Paulo Ferrão, que já integrava o painel como representante da Academia das Ciências de Lisboa, passa agora a partilhar a liderança do grupo com a professora Paula Kivimaa, representante do Council of Finnish Academies. Sucede no cargo ao professor Neven Duić, que continuará no painel como representante da Academia Croata de Ciências e Artes, agora sem funções de coordenação. 

Uma liderança multidisciplinar no painel de energia da EASAC 

Atualmente professor catedrático do Instituto Superior Técnico, da Universidade de Lisboa, Paulo Ferrão é também presidente do IN+, Centro de Estudos em Inovação, Tecnologia e Políticas de Desenvolvimento.

O seu percurso em envolvimento com a política europeia e a coordenação de redes científicas reforça, segundo a EASAC, a missão do Painel de Energia. Entre os seus cargos mais relevantes contam-se a presidência do Conselho da Missão “Cidades Inteligentes e Climaticamente Neutras” da Comissão Europeia, e a já referida presidência da COST Association,  um percurso que a EASAC destaca como capaz de reforçar a relevância e a visibilidade do seu programa de energia. 

“A Europa está a entrar numa fase decisiva da sua transição energética, em que a ambição climática terá de se traduzir em sistemas de energia integrados, seguros, acessíveis e capazes de sustentar uma economia competitiva e resiliente”, afirma o Prof. Ferrão. “A ciência tem um papel crucial em fornecer evidências, cenários e soluções que ajudem os decisores políticos a desenhar sistemas de energia integrados e a criar as condições para que as pessoas adotem novas tecnologias.” 

Segundo a EASAC, a Europa atravessa uma fase decisiva da transição energética, em que a ambição climática terá de se traduzir em sistemas de energia integrados, seguros, acessíveis e capazes de sustentar uma economia competitiva e resiliente e a ciência terá um papel central em fornecer evidências, cenários e soluções que ajudem os decisores políticos a desenhar esses sistemas e a criar condições para a adoção de novas tecnologias por parte da população.